Eu sou um Monet. Um camaleão. Sou o que preciso ser. E o que devo ser é uma filha exemplar, uma socialite hábil e o prêmio perfeito para o homem que assina ao longo da linha pontilhada.
Não que eu esteja reclamando. Sou a favor de um contrato, de uma passagem rápida e clara para a próxima fase da vida de menina rica. Uma que exige pouco reflexão, menos esforço e nenhuma devoção. É exatamente que eu quero. Uma vida indiferente. Um futuro calculado. Ou era, até que as luzes se apagaram, a escuridão tomou conta, e eu aprendi o que significava viver. O Sentir. Me apaixonar. Mas todos sabem o que prospera na noite, queima na luz, e arde à nossa volta. Não há como escapar. Não há como voltar atrás. Sem fim sob meu controle. Minha mãe sempre diz que nossas escolhas determinam nossas consequências. Eu quando odeio ela tem razão...
(WL)


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